3º formação em Goianinha/RN
A 3ª formação de Goianinha, conduzida pela formadora Dalvaneide Araújo, foi inteiramente dedicada ao tema da educação socioemocional, um encontro marcado por sensibilidade, autoconhecimento e partilha genuína entre os professores.
O momento inicial foi de descontração e acolhimento: em círculo, cada participante se apresentava fazendo um gesto e compartilhando uma característica sua, enquanto os demais repetiam o gesto. A atividade, leve e divertida, criou um ambiente de empatia e integração, preparando o grupo para mergulhar em reflexões mais profundas sobre o cuidado consigo e com o outro.
Em seguida, os professores refletiram sobre o que significa educação socioemocional para cada um e participaram de uma meditação guiada, que os convidou a desacelerar e se conectar com suas emoções. A partir daí, iniciou-se a criação da mandala da vida, um exercício simbólico e afetivo em que cada participante representou momentos marcantes de sua trajetória: alegres, tristes, engraçados e desafiadores. A formadora destacou que a vida não é reta, mas cheia de curvas e cores, e que precisamos ter coragem de mergulhar em nós mesmos, sem o medo das máscaras e dos bloqueios que acumulamos com o tempo.
A reflexão se aprofundou com a escuta da música “Mudança”, cuja mensagem inspirou o grupo a pensar na importância de cuidar de si mesmo, sem se comparar constantemente com o outro e reconhecendo que também é necessário reservar luz para si, e não apenas para quem está ao redor.
Em um segundo momento, os professores trabalharam com um Caderno de oficinas do polinizar, que trazia diversas ideias práticas para serem aplicadas em sala de aula. Em grupos, escolheram atividades que pudessem integrar o desenvolvimento socioemocional às aulas de inglês, utilizando os livros como ponto de partida. O resultado foi surpreendente: os professores apresentaram propostas criativas, sensíveis e com grande potencial para fortalecer o vínculo com os alunos.
A formação também trouxe atividades simbólicas e afetivas, como o exercício com emojis, no qual cada participante escolheu uma emoção e compartilhou em que momentos de sua vida a havia sentido, e a atividade com chás, em que os aromas despertaram lembranças e memórias afetivas. Houve ainda um momento de resgate da infância, quando os professores escolheram um brinquedo que representava essa fase e expressaram gratidão à criança que foram, reconhecendo o quanto ela contribuiu para a pessoa que são hoje.
O encontro foi encerrado com a leitura e reflexão de frases da Pedagogia da Gratidão, selando o clima de leveza e conexão. A formação de Goianinha foi, acima de tudo, um convite à pausa, à escuta interior e ao reconhecimento de que ensinar também é um ato de cuidar de si, do outro e do que se constrói em conjunto.
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